O Novo Consultor Patrimonial: Menos Vendedor de Produtos, Mais Arquiteto de Decisões
Durante anos, grande parte da indústria financeira organizou-se em torno do produto. A conversa começava com uma conta, uma taxa, um fundo, uma carteira, uma oportunidade ou uma estrutura. O consultor era muitas vezes o intermediário entre o cliente e o catálogo. Essa lógica ainda existe, mas já não é suficiente para o tipo de cliente que precisa decidir num mundo mais rápido, mais fragmentado e mais exposto.
A minha leitura é simples: o consultor patrimonial que terá valor nos próximos anos não será o que conhece mais produtos. Será o que melhor sabe ordenar decisões.
— R. B.